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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Novidades.

Eu, Imperturbável
"Eu, imperturbável e à vontade da Natureza,
Senhor de tudo ou senhora de tudo, com autodomínio entre as coisas irracionais,
Impregnado como elas, passivo, receptivo, silencioso como elas,
Descobri que o meu trabalho, pobreza, renome, pontos fracos, crimes, são menos importantes do que pensava,
Quer no Golfo do Mexico, ou no Mannahatta ou no Tenessee ou no extremo norte ou no interior,
Eu um marinheiro de rio ou um lenhador ou qualquer agricultor destes Estados ou do litoral ou dos lagos ou do Canadá,
Onde quer que a minha vida seja vivida, oh! sentir-me-ei equilibrado perante as contingências,
Para confrontar a noite, as tempestades, a fome, o ridículo, os acidentes, os insucessos tal como fazem as árvores e os animais."
-Walt Whitman

O meu último post foi a 12 de Setembro, o que me daria algum tempo para pensar numa temática interessante e para estruturar minimamente este post. Mas tal coisa não aconteceu, eu andei pelo blog sim, mas nunca com intenção de escrever alguma coisa. Sempre dava um salto aos outros blogs que sigo religiosamente para ver as novidades, mas nunca me lembrava das minhas próprias novidades, que para ser sincera, não são nenhumas.
 Iniciei este post com um poema de Walt Whitman que faz parte do seu livro "Folhas de erva" que por acaso eu comprei e que me custou 30€, mas não vamos falar sobre isso, porque o pensamento a manter é: " foi dinheiro bem gasto". E pronto, vou na 29 página desde a semana passada, porque tenho dado prioridade a outras coisas como estudar. Tenho estudado bastante, caminhado bastante (casa-escola, escola-casa), tenho jogado Sims (uma versão para android que instalei no tablet) e tenho visto Friends (que neste momento é a minha série favorita). E no meio de tudo isto, não tenho tempo para ler, nem para actualizar este meu espaço que se tem perdido um pouco.
   Dizem que tudo é maravilhoso no 12º ano, concordo se estivermos a falar da matemática, porque a matemática é maravilhosa no 12º ano. É simpática e bonita, cheia de pontos de exclamação que para mim significam sucesso.Esperemos que assim seja.
Tenho feito um esforço para não ir abraçar o professor de psicologia, porque seria impróprio, mas é bastante difícil conter quando aquele homem fala dos australopitecos e da genética, uma matéria que me agrada bastante.
Decidi ter também Biologia, mas já me arrependi, porque para além de me ocupar uma das tardes ( a única preenchida no meu horário), também não me agrada a professora que em 3 semanas de aulas apenas nos explicou o índice.
Adorava ter novidades entusiasmantes e frescas para vos contar, mas tudo à minha volta parece girar em torno de uma fogueira que desidrata a minha vida e a torna seca e monótona.

Façam o favor de me contar um pouco sobre o que se passa com vocês, para ficar invejosa em relação ao vosso dia-a-dia.

p.s.: Para além daquilo que enunciei em cima, ainda arranjo um tempinho para (tentar) aprender a coreografia da música da Sia-Chandelier, mas devo dizer que o resultado está horrível, porque para além de uma péssima dançarina, sou também uma péssima ginasta. O porquê de o estar a fazer? Não sei, mas se o professor de educação física pedir uma coreografia de ginástica de solo, já a tenho (esta é a única razão minimamente aceitável).

2 comentários:

  1. Decidi reler o teu post outra vez, porque ya, eu sou uma rebelde. Mas continuando... Gastar 30€ num livro... Eu percebo. Comprei esta semana uma banda-desenhada por 24€ e, sim, costumou-me, mas mantive exatamente o mesmo pensamento que tu: "dinheiro muito bem gasto". Eu acho que as bandas desenhadas ainda custa mais pagar porque ao contrário da restante literatura são livros que, quer queiramos quer não, lemos muito mais depressa e acho que não conseguimos apreciar tão bem... Mas de qualquer das formas, GASTAR DINHEIRO EM LIVROS É DAS COISAS MAIS INTELIGENTES QUE UMA PESSOA PODE FAZER COM DINHEIRO!!!

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    1. Sempre tive sorte com as bandas desenhadas, porque tenho uma amiga que trabalha em Lisboa numa empresa que faz bandas desenhadas (faz as traduções e essas coisas) e dá-me imensas bandas desenhadas.
      Não estou mesmo nada arrependida de ter gasto o dinheiro no livro.

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