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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

"A culpa, meu caro Bruto, não é de nossas estrelas, mas de nós mesmos, que consentimos em ser inferiores." -Shakespeare

   Vem aí mais um post sobre A culpa é das estrelas, porque ontem finalmente vi o filme.
   Primeiro queria falar sobre o titulo, não sei se são ou não curiosos como eu, se são vão encontrar apenas mais uma das muitas explicações para o título, se não são, então aqui está uma boa oportunidade para o perceberem.
   Num dos livros de William Shakespeare, poderemos encontrar a seguinte frase: "A culpa, meu caro Bruto, não é de nossas estrelas, mas de nós mesmos, que consentimos em ser inferiores.". Shakespeare podia ter usado, em vez de estrelas a palavra fado ou destino, porque, na verdade, todas se referem ao mesmo. Ele diz que a culpa não é do destino que lhes calhou, mas sim deles.
Jonh Green quis mostrar que por vezes o destino que nos calha não é o certo para nós, mas que temos de aceitar *que a morte de Gus, os olhos de Isaac e os pulmões da Hazel, não é culpa deles, mas culpa do destino*.

Quanto ao filme, bem, foi chorar do inicio ao fim. Quando eles se esbarram *esbarrar é uma palavra engraçada* e ficam atrapalhados e depois o Gus vai contra a porta, chorei nessa parte, mas acho que chorei, porque sabia que o personagem iria morrer. 
   Sabem aquela parte em que a Hazel tem liquido nos pulmões e está na cama e não consegue respirar? Nessa parte eu também estava aflita, não sei como aconteceu, mas instantaneamente eu deixei de respirar *eu sei, eu vivo demasiado a personagem*.
   Eu quando estava a ver o filme, ia-me situando no livro, para ver o que acontecia depois e quando reparei que algumas falas/cenas faltavam fiquei desconsolada, porque no livro tudo faz sentido então achei que o filme estava incompleto, MAS, depois de reflectir um pouco *aqueles minutos de choque depois do filme* pensei que o essencial estava no filme e tudo o que não apareceu é apenas uma "prenda" do John Green para nós, porque tudo o que está no livro e não aparece no filme, só os leitores e o autor é que sabem, só nós e o John Green é que sabemos e isso sabe bem, porque de certa forma sabemos quase tudo acerca daqueles dois personagens *mais o dos olhos robóticos*.
   Não sei quando vou ser capaz de o ver outra vez, talvez vá já a correr e carregar no play, ou talvez isso demore meses, porque para ser sincera, não tenho coragem. 

Agora falando de coisas serias, mas qual é a vossa de não valorizarem tanto o Isaac, não estou a dizer em termos de personagem, porque o seu romance com o Gus é muito bonito, mas em termos de beleza?! Tudo bem que o Gus é a personagem principal e que é jeitoso, mas já viram o Isaac? Ele também é alguma coisa de muito bonito. 

Três posts em uma semana, não está mal....isso se eu tivesse alguém para os ler.

see yah

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